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DAI-ME AGÔ (LICENÇA) PARA FALAR DE SABERES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA NO ENSINO DE QUÍMICA

DAI-ME AGÔ (LICENÇA) PARA FALAR DE SABERES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA NO ENSINO DE QUÍMICA

DAI-ME AGÔ (LICENÇA) PARA FALAR DE SABERES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA NO ENSINO DE QUÍMICA

Este trabalho apresenta elementos de uma pesquisa participante. Representamos a sala de aula de Ciências condicionada pela heterogeneidade de sua constituição identitária a partir de posições definidas e legitimadas nesta estrutura social. Apresentamos uma Intervenção Pedagógica (IP) intitulada “Conhecimentos tradicionais de povos e comunidades de matriz africana”. A IP foi gravada em áudio e vídeo e analisada segundo a Análise do Discurso. Nossos resultados mostram que a religiosidade de matriz africana brasileira é atualmente uma ressignificação dos cultos praticados no continente africano por diferentes grupos étnicos. Neste sentido, as plantas e as folhas foram incorporadas ao cotidiano das pessoas desempenhando o papel sacral de valor simbólico e o papel funcional por meio de seus componentes químicos. Entendemos que o conhecimento científico não é saber tradicional, mas com ele se comunica. Nossos resultados mostram como é possível trazer esta temática para a aula de Química. Estabelecer o diálogo entre essas diferentes formas de se relacionar com o mundo é necessário para romper com o epistemicídio que atinge nossas salas de aula.

Baixe em: http://www.scielo.br/pdf/qn/v42n5/0100-4042-qn-42-05-0570.pdf

Referência: BENITE, A. M. C.; FAUSTINO, G. A. A.; SILVA, J. P.; BENITE, C. R. M. DAI-ME AGÔ (LICENÇA) PARA FALAR DE SABERES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA NO ENSINO DE QUÍMICA. Química Nova, São Paulo, v. 42, n. 5, p. 570-579, 2019.

DAI-ME AGÔ (LICENÇA) PARA FALAR DE SABERES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA NO ENSINO DE QUÍMICA

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/qn/v42n5/0100-4042-qn-42-05-0570.pdf